5 escolhas para cuidar bem da sua imagem em 2026

Todo início de ano traz a mesma pergunta: o que eu faço diferente agora?
E talvez a resposta mais honesta não esteja em mudanças radicais, mas em ajustes conscientes, e especialmente na forma como você cuida da sua imagem e da sua autoestima no dia a dia.
Cuidar da imagem não é sobre comprar mais roupas ou seguir tendências, e sim reduzir ruído e simplificar decisões. É criar coerência entre o que você sente e o que comunica. Isso, felizmente, pode ser feito de forma prática.
Aqui vão alguns pontos que vale a pena considerar:
1- Pare de começar pelo guarda-roupa. Comece pelo espelho
Antes de pensar em peças, pergunte-se: como eu quero me sentir nos meus dias comuns?
Mais segura? Mais leve? Mais firme? Mais confortável?
Quando essa resposta existe, as escolhas deixam de ser aleatórias. A roupa vira consequência, não tentativa.
2- Tenha menos peças que “representem pouco” você
Não é sobre ter pouco, é sobre ter certo.
Se ao vestir algo você pensa “não é bem minha cara, mas serve”, isso pesa mesmo que você não perceba conscientemente. Separe as roupas que não acompanham mais sua fase. Elas ocupam espaço físico e mental na sua vida.
3- Crie dois ou três uniformes emocionais
Falo de combinações que funcionam sempre para você. E que salvam nos dias mais enloquecedores da vida de mãe.
Aquela calça que veste bem, a blusa que te deixa segura, o sapato que sustenta o dia inteiro. Ter essas bases diminui ansiedade, acelera decisões e melhora a autoestima de forma silenciosa. No dia a dia, você pode testar diferentes maneiras de usá-las: adicionando cinto ou lenço, mudando penteado, ou mesmo trocando os brincos.
4– Observe onde você se abandona
Normalmente não é na roupa de festa, é no cotidiano.
No trabalho, no mercado, nos compromissos rápidos.
Se você só se cuida “quando tem motivo”, a mensagem interna é clara: você não é prioridade. Ajustar isso muda mais do que qualquer tendência.
5- Use sua roupa como apoio, não como cobrança
Se vestir não precisa ser um teste diário de autoestima.
Em dias difíceis, escolha conforto com intenção. Em dias bons, explore mais. A imagem precisa acompanhar a vida real, não exigir performance constante.
Autoestima se constrói quando você para de se violentar tentando caber em padrões que não dialogam com sua rotina, seu corpo ou sua história. E imagem bem trabalhada não pede perfeição, pede consciência.
Talvez 2026 seja o ano de trocar o excesso de referências externas por mais escuta interna. De usar a roupa como ferramenta, não como armadura. De entender que elegância, no fim, é quando nada em você está forçando um personagem.
Cuidar da imagem é um gesto diário, prático e possível. E quando ele acontece com verdade, o espelho deixa de ser cobrança e passa a ser confirmação. Feliz 2026!









